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O eleitorado
ainda não fechou

Quem vota para presidente do Senado são os 81 senadores em exercício no dia 1º de fevereiro de 2027. Até lá, algumas cadeiras podem mudar de mãos. Quando isso acontecer, a ficha muda no placar e a troca entra no registro de alterações.

Suplentes que já entram

Senadores eleitos em 2022 que venceram para governador deixam a cadeira para o primeiro suplente. É o caso de Sergio Moro (PR) e Cleitinho (MG), substituídos por Luis Felipe Cunha e Alex Diniz (Congresso em Foco), e de Omar Aziz (AM), substituído pela suplente Cheila Moreira. O placar já mostra os suplentes nessas cadeiras.

Senadores que podem virar ministros

Pela Constituição, o senador nomeado ministro não perde o mandato, mas se licencia, e quem vota é o suplente. O novo ministério do governo Lula ainda não foi anunciado. Se algum dos 81 for nomeado antes de 1º de fevereiro, o placar troca a ficha pela do suplente e registra a mudança.

Exemplo que já existe: Wellington Dias (PT-PI) é ministro licenciado do Senado, e a cadeira é exercida pela suplente Jussara Lima (PSD) (perfil no Senado). Se ele reassumir o mandato, o voto muda de mãos.

Casos na Justiça Eleitoral

O registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo-PR), eleito em outubro, ainda depende de julgamento no TSE, que foi adiado sem nova data (CNN Brasil). Enquanto não houver decisão, ele segue na lista dos 81.

Diplomação

Os eleitos só tomam posse depois de diplomados pela Justiça Eleitoral, em dezembro. Quando a lista oficial sair, o placar é conferido nome a nome.

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